Colabore melhor: 10 ideias chave


Colegas podem aprender a colaborar melhor ao compreenderem e implementarem essas 10 ideias chave trazidas para nós pela Marie Miyashiro.


1. As pessoas estão sempre atuando à serviço de suas próprias necessidades. Mesmo quando a expressão de alguma necessidade não atendida do outro engatilha alguma dor ou desconforto em nós, essa expressão ainda tem mais a ver com as necessidades do outro do que com alguma crítica ou ofensa a nós. “Necessidades” são universais para todas as pessoas, por exemplo, respeito, autonomia, comunicação, progresso, etc.


2. Conflitos ocorrem na dimensão dos pedidos, ou estratégias, e não na dimensão das necessidades. Podem haver várias estratégias para atender uma necessidade. Email é uma estratégia específica para atender a necessidade de comunicação. Outras estratégias incluem uma reunião presencial ou uma ligação de telefone. Quando conectadas de maneira empática, pessoas aumentam a probabilidade de desenvolver estratégias que atendem todas as necessidades, portanto, evitando conflitos.


3. A gente nunca compreende completamente a experiência de outra pessoa. Podemos apenas adivinhar. Dizer, “eu entendo,” ou “eu sei como você se sente”, pode enfraquecer a conexão empática e frequentemente estimula a reação “Não, você não entende” do outro. Dizer, “Eu estou imaginando que...” cria mais espaço para a conexão empática e nos apoia a colaborar melhor. Palavras são importantes, mas a nossa intenção com as palavras é o que mais importa.


4. Os sentimentos se renovam a cada momento. Sentimentos apontam a necessidades atendidas ou não atendidas. É importante chegar aberto a cada momento, sem suposições ou comparações, curioso sobre e disposto a desenvolver uma hipótese de que necessidades se conectam com os sentimentos daquele momento. Esse é o ato da conexão empática.


5. Não podemos empatizar com outros enquanto as nossas próprias necessidades não estejam suficientemente atendidas. O processo da auto-empatia e auto-conexão é necessário para lideranças e times de alta performance.


6. Empatize primeiro, antes de explicar, educar, defender ou justificar. Quando alguém estiver engatilhado – recapitule o que foi dito, traga uma hipótese de quais são seus sentimentos e necessidades, e faça observações em relação ao que foi dito.


7. O emissor é responsável por confirmar o que foi escutado. De 30% a 50% do que é dito não é escutado. Após expressar a necessidade por compreensão e clareza, o emissor pode pedir pela confirmação daquilo que foi compreendido, em vez de perguntar àquele que escuta se ele ou ela entenderam.


8. Empatia não é simpatia. Empatia foca a nossa atenção na outra pessoa. Simpatia, compartilhar como nós tivemos experiências semelhantes, traz o foco de atenção para nós mesmos.


9. O poder da empatia vem de estratégias para atender mais necessidades. Empatia tem a ver com estratégias para ação emergentes e com atender mais necessidades por meio da inclusão de todas as vozes.


10. No local de trabalho, realidade compartilhada em relação às necessidades do “Nós” molda os relacionamentos.


*Extraído do livro “The Empathy Factor – Your Competitive Advantage for Personal, Team, and Business Success” de Marie Miyashiro. Baseado no processo da Comunicação Não-Violenta desenvolvido pelo Marshall Rosenberg, Ph.D.


traduzido por: Jade Arantes texto original: http://empathyfactor.com/collaborate-better/

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Brasília - DF

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