CHEGA dessa violência invisível!


Certa vez, fui em uma palestra do Arun Gandhi, neto do Mahatma Gandhi. Dentre todos os ensinamentos que Arun recebeu de seu avô nos anos que morou com ele e nos transmitiu nesse dia, uma história em particular me marcou:


Gandhi pediu para ele escrever de um lado de uma parede todas as violências físicas que ele visse acontecer e de outro lado toda a violência silenciosa, a violência invisível.


Ele disse não ter entendido o motivo da tarefa em um primeiro momento, mas uma semana após receber essa instrução, nos contou ter ficado impressionado ao perceber que não havia mais espaço para escrever relatos no lado da parede destinado à violência invisível.